sábado, 25 de julho de 2009

Because I want you, too.

Sophia era só lágrimas. De fato, era improvável compreender o que havia se passado entre mim e minha paixão. Eu, pelo menos, por mais que quisesse, não sabia como explicar-lhe. E mesmo se soubesse, ela não entenderia.

Foi uma coisa de momento. Um momento que jamais passou, que não acabou.

Eu amava Sophia, disso estava certo, não havia discussão. Todavia, quem disse que o amor é suficiente? Pode crer que o nariz começará a crescer por esses dias...

Gostaria, sim, que amor e paixão seguissem sempre de braços dados, como pai e filha, quando da caminhada ao altar.
Pena. Não é assim.

Minha amada não perdoaria a paixão súbita que assolou meu ser por completo. Evidente que não. O que ela afirma sentir por mim é o conjunto da obra, amor + paixão, unidos num mesmo invólucro. Como argumentar diante disso?

No fim, terminarei sozinho, sem nem, ao menos, poder dizer que será assim como vim ao mundo. Minha paixão derreteu-se de ardor por meu irmão, gêmeo.

Não se pode mesmo ser feliz. Isso não existe. O que existe são momentos de prazer, de plenitude. Mas já não exijo tal da vida. Derramei ralo abaixo o que ela me deu.

3 comentários:

Alexandre Cunha disse...

Todo ralo desemboca em algum esgosto! A vida um dia se acha, tenhamos esperança :D

=*

Duda Ferraz disse...

loren, sophia é minha!

haha
:***

Sophia Monteiro disse...

nossa, que choque de realidade. hahaha

adooro ver meu nome circulando em histórias por aí.
É tão bom. Isso mostra que ele tá, cada vez mais, se popularizando..ainda mais com PH, oras.

;]
adorei.
beijos